Home / Norte e Noroeste Fluminense / Depois dos bancários agora foi a vez dos vigilantes e trabalhadores de transporte de valores cruzarem os braços, por 24 horas, a partir da manhã desta sexta-feira (20/09), em todo o Norte e Noroeste do Estado.

Depois dos bancários agora foi a vez dos vigilantes e trabalhadores de transporte de valores cruzarem os braços, por 24 horas, a partir da manhã desta sexta-feira (20/09), em todo o Norte e Noroeste do Estado.

Em Campos, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transporte de Valores (Sindivalores), Humberto Rocha explicou que com a paralisação, serviços como abastecimento de caixas eletrônicos, coleta nos supermercados, lotéricas e bancos e recolhimento de valores em agências bancárias ficaram comprometidos.

Humberto explicou que a classe reivindica o reajuste salarial de 10%, o fim do banco de horas da tesouraria e administração; plano de saúde, atualmente é descontado 50% do titular e 50% de cada dependente, além da queda da cláusula de redução salarial, que segundo ele, quando alguém é promovido a vigilante de carro forte, passa a ganhar 80% do piso salarial.

O presidente do sindicato revelou ainda que um tesoureiro com dois dependentes chega a receber cerca de R$ 400, com os descontos do plano de saúde sobre um salário mensal que varia de R$ 650 a R$ 700. Tal insatisfação gerou uma ação no ministério do Trabalho, pedindo a revisão da carga horária e a insalubridade dos trabalhadores que lidam com as impurezas do dinheiro.

Aderiram ao movimento de greve os funcionários das empresas Brinks, Prosegur e Trans Expert. Agentes da Polícia Militar acompanharam as manifestações.

Fonte: Jornal Ururau

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